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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A BOLA DA VEZ


Numa casa de santo/terreiro/templo o transito é bem grande, pode se dividir os membros mais ou menos assim: 25% são os mais velhos possuem mais de 7 anos na casa, 25 % os intermediários aqueles que possuem mais de 3 anos e 50 % os mais novos aqueles que estão há menos de 3 anos, estão começando.

A esses mais novos é dado mais atenção, por alguns erroneamente chamados de “bola da vez”. O grande problema é que muitos dos mais novos querem se inserir no grupo a qualquer custo seja tomando a atenção dos dirigentes o tempo todo, seja criando contendas entres os irmãos de fé ou simplesmente e o mais correto sendo humilde e aprendendo com seus mais velhos. Independente de como ajam os mais novos, esta atenção é necessária por dois motivos, um para o bom encaminhamento deste médium e dois para que os dirigentes conheçam suas qualidades e defeitos.

Mas... O ser humano na maioria das vezes deixa o orgulho, a vaidade e o ciúme tomar conta de seus corações e acabam se deixando levar. Temos três situações:

Primeira: O mais velho com ciúmes da atenção que os mais novos recebem e acabam se sentindo afrontados por estarem na casa há mais tempo e não serem “valorizados” pelos seus trabalhos. Ai vai uma lição: Você esta num templo exercendo a caridade e a caridade não se espera retorno. Se você se dedica, se dedica pelo amor a Umbanda e aos orixás e não pelo reconhecimento do seu “trabalho” pelos dirigentes da casa. Se quiser algo a mais então some, não divida nem subtraia, não fale faça, não sinta expresse, busque e de o melhor de você para sua casa que é o local que seus Orixás escolheram! Se você se identificou neste texto reveja seus conceitos, pois isso não é ser umbandista!

Segunda: O intermediário disputando espaço com os mais velhos e mais novos, preste atenção sua vida espiritual esta apenas começando e se nesse estagio já esta assim, pense bem se quer ser umbandista, pois terá que reformular muitas coisas dentro de você mesmo. Busque acolher quem chega, do mesmo modo que foi acolhido, esta é a hora de retribuir. Busque nos mais velhos o entendimento para não errar e o conhecimento para acertar. Aos mais novos de a atenção que gostaria de receber, abra os braços e os embale em boas vibrações. SOME! Aos mais velhos se permita ouvir, para que aprenda e ensine simultaneamente, gerando uma troca satisfatória de conhecimento.

Terceira: O mais novo, aquele que está meio perdido e ao mesmo tempo se enchendo de coragem pra enfrentar o que vier, aquele que está confuso com suas certezas, aquele que sabe e conhece tudo aquilo que desconhece, aquele que esta explodindo em ansiedade e medo. Pois é ser novo é isso, é estar perdido no meio de um turbilhão de duvidas, um turbilhão de sentimentos e principalmente medos. Busquem sempre a paciência, a resignação para que possam limpar os pensamentos e sentimentos e só então absorver todas as informações que precisam, uma de cada vez, de forma a aprender e não simplesmente saber. Há muita diferença entre aprender e saber, o aprender você explana, explica e explora o assunto, o saber simplesmente sei porque assim me ensinaram. Se se identificou pense nisso, reformule sua jornada. O dirigente é seu amigo mais antes de qualquer coisa ele é amigo do seu Orixá. Um dirigente correto não lhe da todas as informações assim sem mais nem menos, ele lhe dá aquilo que você precisa no momento, o restante depende exclusivamente do seu empenho e do seu amor pela Umbanda.

E é ai que encontramos o termo “bola da vez”, se você já usou esse termo repense suas atitudes, pois em algum lugar você falhou.

Ser Umbandista é amar a Deus e aos Orixás acima de tudo.

Ser Umbandista é lutar pelo bem estar do seu templo (isso inclui a todos que ali se encontram).

Ser Umbandista é doar do seu útil e não do seu supérfluo (entenda isso como doar seu tempo, seu amor não apenas a contribuição mensal).

Ser Umbandista é ver sempre o lado positivo das situações.

Ser Umbandista é honrar aquele que te iniciou na religião mesmo que você já não esteja na sua casa de origem.

Ser Umbandista é entender que a religião não faz milagres, mais a fé essa sim move montanhas.

Ser Umbandista é corrigir seus defeitos constantemente, diariamente.

Ser Umbandista é não ser vitima, não culpar os outros pelos seus problemas.

Ser Umbandista é saber que colhemos aquilo que plantamos, mesmo que num primeiro momento não se entenda o que esta colhendo.

Ser Umbandista é cuidar, aceitar e amar seus irmãos sejam eles como forem.

Ser Umbandista é saber que seus dirigentes são humanos como você e erram, acertam, choram, riem, enfim não são santos, mais estão ali por amor aos Orixás e quando se há amor sincero tudo se ajeita.

Ser Umbandista é ser paciente, é aceitar um não, é aguardar com amor a hora certa.

Ser Umbandista é colocar o amor acima de todas as coisas, só assim é possível não se deixar levar por maus sentimentos.

Ser Umbandistas meus caros não é fácil, se quer o caminho fácil não siga uma religião. Se quer ser notado não seja umbandista! Se quer pompas e glorias não seja umbandista! Se quer ter razão não seja umbandista!

A Umbanda é amor, humildade e caridade. Pense nisso!


por Dani de Iansã


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Piada?

Um Pai-de-Santo, para definir bem a influência dos orixás nas pessoas contou uma estória: Simulemos um fato: Imaginem duas pessoas brigando.

Passando um filho de Ogum, ou ele passa direto e nem olha, ou já vai se meter na briga. Um filho de Xangô para, fica olhando, e já começa a reclamar. Coitado do baixinho! Porque será esta briga? Acho que aquele alto não tem razão. E pior, nem sabe brigar. É um fraco. E fica questionando. Um filho de Oxóssi para, senta no chão e, rindo, fica assistindo e se deleitando com a briga. Uma filha de Iemanjá chamaria os dois, colocaria suas cabeças em seu colo e os acalmaria recomendando paz. Uma filha de Iansã já reclamaria e chamaria a polícia. Alguém perguntou:_ E uma filha de Oxum, que faria?

Ele Respondeu:_ Nada, e nem poderia. Os dois estavam brigando por causa dela...