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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

ESCOLA DE UMBANDA

Pois é, hoje é muito comum ouvir-se o termo escola de umbanda, umbanda a distancia, estudo básico de umbanda. Já passei por vários deles e o único que me satisfez foi a umbanda raiz, a umbanda ensinada pela minha mãe, a umbanda ensinada pelos mentores espirituais a minha bisavó.
Hoje tenta se codificar a umbanda, explicar os orixás, explicar as manifestações espirituais, tenta se padronizar a umbanda. Mais a umbanda não pode ser padronizada pois é impossível padronizar o comportamento dos espíritos, impossível padronizar os orixás que são essências manifestações divinas expressadas através de seres de mundos superiores.
Umbanda é amor, caridade e simplicidade. Umbanda é o próximo auxiliando o próximo, é a vida em movimento, é a manifestação dos poderes da natureza representados através dos orixás. 
Quem conhece esta umbanda, umbanda de raiz, nunca mais esquece. 
Os cursos de umbanda são apenas opiniões manifestadas por dirigentes espirituais, sobre a sua própria raiz, alguns com mais pompas e confetes que outros, mais ainda assim são opiniões, são verdades individuais que se aplicam a determinados grupos de pessoas.
Vamos pensar um pouco: como pode alguém independente do tempo de trabalho e conhecimento na umbanda fazer um curso de 2 anos e receber um titulo de sacerdote? 
É muito sério este cargo, é muita responsabilidade, são vidas espirituais que este suposto sacerdote irá cuidar, até onde a espiritualidade deste sacerdote esta preparada e pior ainda até onde este ser humano esta espiritualmente preparado para assumir esta responsabilidade???
Ai ouvimos as expressões: "eu sei benzer porque fiz um curso de benzimento", "eu faço magia porque fiz um curso de magia", "eu sou sacerdote (isa) porque fiz um curso e me formei".
Onde estão os mentores espirituais nesta historia toda??? 
Nos terreiros de raiz ouvimos: "meu preto velho me ensinou a benzer", "meu exu me ensinou a fazer uma magia com fogo para cura espiritual", "eu estou a treze anos na umbanda e não me sinto preparado para ser um sacerdote (isa)", "só fui consagrado sacerdote (isa) após muito tempo de trabalho e aprendizado".
Esse despreparo faz com que muitas pessoas acabem errando achando que está fazendo o certo, está tirando o calor humano o envolvimento espiritual entre médium e sacerdotes, a expressão médium e sacerdote já mostra a distancia que se tem nos terreiros hoje, antigamente se ouvia filhos/filhas e pais/mães de santo. 
Hoje a relação é muito impessoal, cada um por si, eu te ensino o que é, o que esta escrito e o resto é por sua conta, seus mentores tem obrigação de te ensinar. 
Nãooooooooo nãooooo os mentores espirituais não tem obrigação, quem tem obrigação é o sacerdote (isa) de cuidar daquele médium/filho de santo, de ensinar a manifestar os mentores, entender esta manifestação e só depois aprender com esses mentores. Por isso sou a favor do termo mãe/pai filho/filha pois quem dirige um terreiro tem total responsabilidade por aqueles que frequentam, como uma família onde a mãe/pai ensina a engatinhar, depois andar, correr e por fim só no final a andar de bicicleta, para que quando for adulto possa tirar licença e ter seu próprio carro. É um exemplo muito simples de como é um terreiro que tem raiz, que tem sua base nos ensinamentos dos espíritos e não dos encarnados.
Quanto misticismo não existe nesses lugares? Quantos animismos? Quantos espíritos zombeteiros?
O estudo é muito importante sim, a leitura, os debates, porém o primordial é o aprendizado espiritual, é as experiencias vividas, é a raiz, onde estudando toda a historia dos antigos aprendemos que o caminho não é rápido nem fácil e sim lento e complicado, porém com muitas gratificações e emoções pelo caminho.
Não é uma critica e sim um ponto de vista para reflexão, quem não conhece um terreiro de raiz vá conhecer, desvende seus mistérios, descubra sua magia, deixe os livros e escritos por mãos carnais de lado não irão se arrepender.
Segue um ponto antigo para ser interpretado, só uma dica: "resume tudo que escrevi"

Se pensas que o céu é perto e as mão podem alcançar
Os anjos vão dar risada do tombo que vais levar
50 carros de lenha pra cozinhar meu jabá 
A lenha já se acabou e o jabá?
Ta pra cozinhar!

Saravá a Bahia.


escrito por: Danieli Ramos 
inspirado por: Mestre Zé

2 comentários:

  1. Muito obrigada Mestre Zé...
    Muito obrigada Danieli Ramos por transmitir a mensagem....

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  2. Eu amei a mensagem! Concordo com vc plenamente! Simplesmente é isso a Umbanda não tem como ser codificada, aprendemos com nosso pais/mães de santo, irmãos de fé e nossos mentores! Amo essa religião justamente pq ela é assim, apendemos sempre!

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Piada?

Um Pai-de-Santo, para definir bem a influência dos orixás nas pessoas contou uma estória: Simulemos um fato: Imaginem duas pessoas brigando.

Passando um filho de Ogum, ou ele passa direto e nem olha, ou já vai se meter na briga. Um filho de Xangô para, fica olhando, e já começa a reclamar. Coitado do baixinho! Porque será esta briga? Acho que aquele alto não tem razão. E pior, nem sabe brigar. É um fraco. E fica questionando. Um filho de Oxóssi para, senta no chão e, rindo, fica assistindo e se deleitando com a briga. Uma filha de Iemanjá chamaria os dois, colocaria suas cabeças em seu colo e os acalmaria recomendando paz. Uma filha de Iansã já reclamaria e chamaria a polícia. Alguém perguntou:_ E uma filha de Oxum, que faria?

Ele Respondeu:_ Nada, e nem poderia. Os dois estavam brigando por causa dela...