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quarta-feira, 19 de maio de 2010

ÍNICIO DA INCORPORAÇÃO

O grande medo de todo médium que inicia sua caminhada na Umbanda é o da incorporação consciente. Nove entre dez médiuns sentem-se inseguros em suas primeiras incorporações. 
É muito comum ouvirmos frases do tipo “Eu vejo tudo, não posso estar em transe”. A culpa dessa dúvida que assola nossos terreiros é dos próprios dirigentes que não esclarecem aos iniciantes como é esse processo e dos irmãos mais antigos que insistem em dizer que são totalmente inconscientes, talvez para valorizar a sua (deles) mediunidade ou com medo de serem tachados de mistificadores. 
Acalmem-se todos! Há muitos anos as entidades deixaram de usar a inconsciência como fator preponderante para o bom trabalho exercido pelo médium. Muito pelo contrário, hoje sabemos que noventa e cinco por cento dos médiuns são conscientes ou semiconscientes. A inconsciência completa é muito rara e pouquíssimas vezes revelada, justamente para não causar essa insegurança tão presente em nossa religião. 
Pensemos no exemplo da água misturada ao açúcar. Quando adicionamos um ao outro teremos um terceiro liquido inteiramente modificado, mas com ambos os elementos nele. Assim se processa a incorporação, a mente do médium aliada à energia gerada pela entidade que se aproxima , unem-se em perfeita harmonia e conseguem, utilizando os conhecimentos de ambos, um trabalho mais compacto e correto. Não se acanhem em dizer que são conscientes, pois a insistência dessa postura pode levá-los a falhas que aí sim, darão margens à suspeitas de mistificação. 
Nos primeiros anos da Umbanda havia a necessidade da inconsciência, os médiuns tinham vergonha de entregar-se ao trabalho sem reservas. Como deixar que um espírito se arrastasse pelo chão falando como criança? Ou ainda sentasse em um banco com um pito na boca? Eram atitudes que assustariam o aparelho e o levariam a afastar aquela entidade. Com a evolução constante da lei, todos conhecem perfeitamente as capas fluídicas que nossas entidades usam e não existe mais a necessidade delas esconderem de seus médiuns a forma com que se apresentam. 
O cuidado a se tomar nos terreiros cabe aos dirigentes com informação e doutrina abundante para que o velho fantasma da insegurança se afaste de vez de nossas casas.

Luiz Carlos Pereira
http://pt.shvoong.com/humanities/religious-studies/1654452-vejo-tudo-estou-mistificando/

4 comentários:

  1. Eu me Chamo Márcio e estou iniciando na minha vida espiritual, por enquanto eu só viro com o meu pai, mais tenho muito medo de que as pessoas diga que eu estou montado no santo (fingindo que estou com santo!), Eu escuto tudo, só não vejo por que ele (meu pai) não abre os olhos, mais escuto tudo e fico muito confuso com isso, tem um jeito de ter inconciência completa? por que tenho medo de interferir na atuação de meu paie de outra entidade que vinher e ai decepcionar meu zelador, o que eu faço para não ver e nem escutar nada? meu e-mail é alexandremarcio724@gmail.com, um grande abraço.

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  2. Eu me Chamo Márcio e estou iniciando na minha vida espiritual, por enquanto eu só viro com o meu pai, mais tenho muito medo de que as pessoas diga que eu estou montado no santo (fingindo que estou com santo!), Eu escuto tudo, só não vejo por que ele (meu pai) não abre os olhos, mais escuto tudo e fico muito confuso com isso, tem um jeito de ter inconciência completa? por que tenho medo de interferir na atuação de meu paie de outra entidade que vinher e ai decepcionar meu zelador, o que eu faço para não ver e nem escutar nada? meu e-mail é alexandremarcio724@gmail.com, um grande abraço.

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  3. Bom dia Luiz Carlos, me chamo Vinícius e faço parte de uma família umbandista a 5 meses. Há três dois meses atrás na casa onde frequento eu incorporei de fato e com muita energia onde meu corpo ficou com uma força como se o meu corpo tivesse irradiando algo desconhecido. Assim que o Pai da casa me viu ele veio conversar comigo ainda incorporado e disse que eu tinha conseguido passar no primeiro teste. Eu estava consciente de tudo, mas enxergava tudo embaçado. Depois dessa vez eu incorporei mais algumas vezes, mas nunca tão forte quanto a primeira vez. O pai da minha casa disse que era pra eu ter calma e não ter pressa, pois os espíritos não tinha pressa e sim força para ajudar. O que eu posso fazer pra me ajudar nesse processo de comunicacão com o espiritual?

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  4. Ler esse texto foi fundamental para que eu fique mais confiante. Achei que só eu ficava insegura e consciente! Muito obrigada.

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Piada?

Um Pai-de-Santo, para definir bem a influência dos orixás nas pessoas contou uma estória: Simulemos um fato: Imaginem duas pessoas brigando.

Passando um filho de Ogum, ou ele passa direto e nem olha, ou já vai se meter na briga. Um filho de Xangô para, fica olhando, e já começa a reclamar. Coitado do baixinho! Porque será esta briga? Acho que aquele alto não tem razão. E pior, nem sabe brigar. É um fraco. E fica questionando. Um filho de Oxóssi para, senta no chão e, rindo, fica assistindo e se deleitando com a briga. Uma filha de Iemanjá chamaria os dois, colocaria suas cabeças em seu colo e os acalmaria recomendando paz. Uma filha de Iansã já reclamaria e chamaria a polícia. Alguém perguntou:_ E uma filha de Oxum, que faria?

Ele Respondeu:_ Nada, e nem poderia. Os dois estavam brigando por causa dela...